domingo, 7 de junho de 2009

FIM

Com esse post terminamos com a temporada de assuntos sobre comunicação organizacional. Comentando sobre livros, filmes entre outras coisas que envolvem o assunto, tentamos facilitar o entendimento de um assunto tão amplo.

Com o final do semestre terminamos com louvor o nosso trabalho, então encerramos por aqui as matérias sobre comunicação organizacional. O blog continuará no ar para pesquisa.

Esperamos ter colaborado para o entendimento do assunto.
Sendo assim muito obrigada pela atenção de todos e até um próximo assunto.

Abraços

sábado, 6 de junho de 2009

Como conseguir uma COMUNICAÇÃO EFICIENTE ?

Olá leitores.
Venho hoje explicar como podemos conseguir uma comunicação eficiente. Para isso acontecer, precisamos nós ligar em vários detalhes.
Primeiramente uma comunicação eficiente depende da existência e da melhora contínua do profissional que vai representar a organização perante os públicos. Esse orador deve sempre estar preparado.
Bom começamos com a credibilidade, que é conseguir transmitir a informação certa, que seja aceita pelos ouvintes. Essa aceitação é um processo que envolve compreensão e confiança, assim conseguimos atingir o convencimento.
Diretamente ligada com ela temos: A naturalidade, que nada mais é que a espontaneidade, o ritmo da fala praticada dia-a-dia junto dos amigos e familiares. Se o orador parecer meio falso a pláteia vai criar uma certa inseguraça em acreditar no que ele está dizendo.
Mas cuidado, ser natural não quer dizer que você deve levar ao auditório erros da comunicação cotidiana.
Agora falaremos da emoção, que é o envolvimento, que podemos mostrar pelo entusiasmo com que se defende uma idéia. A proposta é interpretar a própria verdade, transmitindo com a força da importância que representa. O conhecimento, muito importante, pois com ele há chance de ser natural e emocionante em qualquer tipo de pronunciamento; Quando conhecemos o que queremos passar a alguém, tudo fica mais fácil, pois você nao depende de nada para conseguir falar oque está na sua cabeça. Com a leitura, estudo, pesquisa, observação ativa e pessoal conseguimos facilmente esse conhecimento.
Uma conduta exemplar, palavras e expressões podem ser intendida de outra maneira dependendo da postura do orador. É preciso ter consciência de que comunicamos involuntariamente com o corpo, os olhos, os gestos, o tom de voz, a roupa, o estilo do cabelo, uma série de predicados e defeitos que contradizem por vezes o pensamento passado. A voz mostra claramente se existe o nervosismo, a pressa, o medo e muito mais. Ter uma boa pronúncia é ser mais bem compreendido e mais uma vez aumentar credidilidade.
O vocabulário, é a quantidade e qualidade de palavras conhecidas pelo orador, que vai facilitar a desenvolvimento, clareza e sucesso de um pronunciamento, da expressão de idéias, da articulação do raciocínio em frases. Um ponto importante a ser evitado, mesmo para quem tem um farto vocabulário, são os tiques e maneirismos entre palavras ou frases, como "né?", "hããã", "huummm", "tá?", "entendeu?". São ruídos típicos de quem não sabe que palavra usar ou de quem termina uma frase com tom de voz não conclusivo e acaba-se perdendo no discurso. Expressão corporal, é o movimento do corpo, o jogo fisionômico, o olhar, os gestos que fazem a comunicação não-verbal e acompanham a fala. Segundo psicólogos, a transmissão de uma mensagem é 7% palavra, 38% voz e 55% expressão corporal. Por isso lembramos que falar com as mãos nos bolsos, colocar as mãos entrelaçadas nas costas, apoiar os braços sobre a mes, cruzar os braços, fazer gestos abaixo da cintura e acima da linha da cabeça, executar gestos involuntários(como coçar a cabeça, mexer no cabelo, mexer em alianças e pulseiras, brincar com canetas ou papéis sobre a mesa ou com o fio do microfone em pé) todos esses são pontos negativos que podem atrapalhar e desconcentrar o orador e também o público que o assiste.
Bom ficamos por aqui e caso alguém tenha interesse com maiores informações sobre o tema, consulte do escritor Reinaldo Politto as obras: "Como se tornar um bom orador e se relacionar bem com a imprensa", "Como falar corretamente e sem inibições", "Como preparar boas palestras e apresentações" e "Gestos e Postura para falar melhor", entre outros lançados pela Editora Saraiva.
Obrigado mais uma vez e tenham um bom final de semana.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

HANCOCK


Sinopse: Hancock (Will Smith- 2008), um super-herói sarcástico, duro e mal compreendido que caiu em desgraça com a opinião pública quando suas tentativas de resgate nem um pouco convencionais provocaram um terrível caos na cidade. Durante um resgate, Hancock conhece Ray Embrey (Jason Bateman), uma agente de Relações Públicas recentemente demidito que se oferece para representar e recuperar a imagem pública de Hancock. Quando conhece a esposa de Ray, Mary (Charlize Theron) ocorre uma atração inexplicável e imediata entre os dois. Depois de muita resistência, Mary revela que possui poderes semelhantes aos de Hancock e responde a uma pergunta sobre seu passado misterioso.


Olá leitores;

A comunicação está presente em qualquer lugar como já dito antes, e a profissão de um relações públicas nada mais é do que a comunicação entre pessoas.

Há vários filmes em que essa profissão é passada ao receptor de uma forma mais clara e ampla para melhor entendimento do mesmo de uma forma mais informal. Assistir a estes filmes não só mostra a realidade do curso como dá também uma nova visão de como atuar na área de diversas maneiras.

Como já citado no post anterior o filme ‘Obrigado por fumar ‘ de Jason Reitman, é um dos clássicos, onde o relações públicas atua em uma causa muito polêmica.
Outro filme que mostra bem a atuação de um relações públicas é o ‘ Hancock ‘ de Michael Mann.

Uma história que mistura aventura e comédia protagonizada por Will Smith.
Até mais.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Obrigado por fumar


No livro “Obrigado por fumar”, Christopher Buckley mostra de uma forma humorística o mundo real de um lobista de uma organização, que causa tanta polêmica no mundo todo, o cigarro.

Na leitura podemos observar a importância da transparência que a organização precisa ter com seus diversos públicos, isso é mostrado constantemente no livro, afinal Nick participa de diversos debates, programas e entrevistas, sendo claro e atencioso. E em momentos de crise, nunca perdendo o controle e sempre dando satisfações para a mídia e seus públicos.

A partir do dia a dia de Naylor na empresa, podemos concluir o tão quanto é importante saber a respeito da própria organização, ter dados do produto ou serviço, realizar pesquisas profundas, saber persuadir e claro, comunicar-se com seus diversos públicos. Tendo assim certo relacionamento tanto com a mídia, jornalistas, ativistas e etc, ou seja todos os públicos.

O livro nos leva a uma reflexão, da importância da propaganda, do poder argumentativo e da ética profissional, vale a pena conferir o livro e o filme!


Livro: Obrigado por fumar, de Christopher Taylor Buckley. Editora companhia das Letras.

Filme: Thank You for Smoking, de Jason Reitman. Distribuição Fox Searchlight Pictures

terça-feira, 2 de junho de 2009

Comunicação: o ponto de partida

Você já viu alguma organização que não possui comunicação? Tenho certeza que não. Nenhuma organização sobrevive sem comunicação, algumas empresas possuem uma comunicação informal e espontânea, outras possuem uma comunicação formal e planejada.

As organizações com uma comunicação formal costumam ter um diferencial, destacam-se mais no competitivo mercado e ganham da concorrência. Essas organizações compreendem a necessidade de ter um bom relacionamento com seus públicos de interesse e a influência que eles conseguem exercer na transformação dos cenários organizacionais.

Toda organização produz um discurso organizacional, ou seja, uma comunicação oficial da empresa para transmitir seus valores, sua cultura, seu sucesso no mercado e seu lado positivo. Os meios para transmitir alguns dos aspectos do discurso organizacional são os materiais institucionais, campanhas publicitárias, eventos entre outros.


Até a próxima,
Andréia Costa.

sábado, 30 de maio de 2009

II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade

Olá ,

Hoje venho falar sobre o II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade. Realizado dia 6 e 7 de maio no Palácio das Convenções do Anhembi, teve como base os quatro princípios da Carta da Terra - "Respeitar e Cuidar da Comunidade de Vida", "Integridade Ecológica", "Democracia, Não Violência e Paz", "Justiça Social e Econômica", foi dividido em quatro mesas, que eram mediadas por algum comunicador.
As mesas foram divididas em (06/05) mesa 1: Respeitar e Cuidar da Comunidade da Vida e mesa 2: Justiça Social e Econômica; Dia (07/05) mesa 3: Democracia, Não Violência e Paz e a mesa 4: Integridade Ecológica.
O evento pretendia dar continuidade à troca de informações entre os três setores – governo, instituições privadas e sociedade, principalmente sobre o papel educativo da comunicação para a compreensão do conceito da sustentabilidade.
Ano passado foi a primeira edição, em Brasília, que deu ênfase também na Carta da Terra e seus quatro princípios, esse ano continuaram o tema porém deram foco na educação, na diversidade humana, nas mudanças climáticas e nos fatos históricos das crises econômicas vividas no século XX e na atualidade.
Os assuntos foram tratados de maneira leve e informal, garantindo a interação entre palestrantes e ouvintes, ajudando na comunicação; Por isso foi realizado em formato de talk show, para favorecer o diálogo.
Muito interessante é que após o termino do evento, você ainda pode ver tudo apenas fazendo um download.

Mais informações no site http://www.comunicacaoesustentabilidade.com/portugues.php
Até mais leitores.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Vera Giangrande



A história da comunicação não pode ser contada sem que o nome desta incrível mulher seja citado. Vera se formou em biblioteconomia mas para a sorte brasileria seguipo carreira na comunicação. Começou na redação de publicidade da Colgate Palmolive, integrou a equipe de Relações Públicas da J. Walter Thompson, foi empresária na Inform (agência de relações públicas), foi papel importante no Conselho Regional de Relações Públicas, no grupo Rotary.

Vera foi peça-chave para a expansão das lojas da então nova rede de fast food McDonald´s, sem ela não haveriam lojas em todos os cantos do país. Assim como não existe o grupo Pão de Açúcar sem seu nome no meio, a Dama de Ferro, como é conhecida, trabalhou muitos no relacionamento com clientes e consolidou a profissão de Ombudsman no Brasil.

Para mostrar sua importancia para a área cito como exemplo o Prêmio Vera Giangrande de Iniciação Científica da Itercom que pretigia estudantes da graduação de comunicação.

Outro exemplo é o livro do jornalista Alexandre Volpi. "Na Trilha da Excelência - Uma Lição de Relações Públicas e Encantamento de Clientes" conta toda trajetória de Dona Vera tanto pessoal como profissional, é leitura obrigatória para qualquer profissional e organização.
Neste blog não há espaço suficiente para contar toda a história dessa incrível mulher, o melhor mesmo é ler o livro, há muito o que pesquisar. Espero que aproveitem a dica.
Boa Tarde!
Referências:

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Case Aracruz Celulose


A Aracruz celulose é uma empresa brasileira, líder mundial na produção de celulose e plantio de eucalipto. Há alguns anos atrás ela se deparou com uma crise que veio a causar uma grande polêmica de que a organização estaria ocupando e explorando terras indígenas sem autorização.Devido a essa ocorrência as comunidades indígenas sentiram-se no direito de protestar pelo seu território. Com o estudo da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) sobre o acontecimento, resultou-se que cerca de dezoito (18) mil hectares de terras explorados pela organização pertenciam de fato aos índios. Com esse desfecho outdoors foram espalhados pela cidade confrontando a sociedade indígena com frases apelativas como: “A FUNAI defende os índios. Quem defende nossos empregados?”, “Basta de índios ameaçando trabalhadores”, entre outros. Segundo a multinacional ela não participou de nenhuma mídia alternativa que pudesse ser interpretada como pouco caso com os indígenas, informou também que poderia ser uma manifestação de seus fornecedores e/ou funcionários para defender a organização em que atuam, colocando em vista que a Aracruz celulose não teria como impedir tal manifesto vindo de diversos grupos sociais que viera a surgir no Estado devido o ocorrido. Todo esse transtorno aconteceu devido a falta de uma comunicação bem feita da organização, como a ausência de um porta-voz para esclarecimentos de dúvidas tanto da mídia quanto da sociedade, para que houvesse um entendimento de ambos sobre o que se passava com a organização sem criarem uma imagem negligente da mesma.


Até mais.


Fonte:
http://www.malvados.blogger.com.br/aracruz.jpg
Referências:
http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1019

terça-feira, 26 de maio de 2009

Comunicação Formal e Informal

Como já foi visto, sabemos que sem a comunicação uma organização não consegue sobreviver na sociedade, e para que a comunicação tenha sucesso na organização, é preciso que os dois tipos de comunicação, tanto formal como informal, sejam levados em conta, afinal elas podem afetar positivamente como negativamente na organização.

A comunicação informal é todo tipo de relação social entre as pessoas da organização. É uma forma dos funcionários terem mais informações, para saciar a curiosidade, que muitas vezes não são disponibilizados nos canais formais, assim faz com que haja uma procura de fontes alternativas. Uma das formas mais conhecidas como rede informal são os boatos e rumores. A comunicação informal, não é estratégica, afinal não é solicitada pela alta administração, mas não é por isso que é menos importante. Por isso a rede informal é preciso ser levado a sério, e a organização precisa tirar proveito positivo desse tipo de comunicação, afinal assim é possível saber com mais rapidez a opinião, as insatisfações e boatos sobre a organização.

Já a comunicação formal vem da alta administração, ou seja, é uma comunicação dirigida e estrategicamente elaborada para os seus públicos, é uma comunicação formal, que transmite informações, medidas, ordens, e etc., por diferentes veículos, como por exemplo, impressos, visuais e eletrônicos.

“por mais detalhado que seja o sistema de comunicação formal estabelecido na organização, terá que ser sempre suplementado por canais informais, através dos quais fluirão informações, aconselhamentos e, inclusive, ordens” – Hebert A. Simon

Referências:

Kunsch ,M.M.K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. In: ___ Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, 2.ed. SummusEditorial, 2003. Cap2

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Curso Importante

Como falamos sobre Comunicação Organizacional, achei fundamental informar sobre um curso que deve ser do conhecimento de todos que interessam- se pelo assunto o GESTCORP (Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas)

Esse curso visa basicamente mostrar o conhecimento do campo de Comunicação Organizacional e das Relações Públicas. O objetivo principal é formar pessoas com ampla visão da sociedade e suas interseções com os dados da comunicação. Passando uma teoria para pratica da atividade.

O curso é coordenado por uma das especialistas do assunto Margarida Maria Krohling Kunsch.

Um dos docentes é uma conhecida dos alunos da Universidade Metodista, a Professora Maria Aparecida Ferrari

O Local do curso é a Escola de Comunicação e Arte.

Mais informações: http://gestcorp.incubadora.fapesp.br/portal/identificacao/estrutura/

domingo, 24 de maio de 2009

Por que obter a boa vontade?

A opinião das pessoas é uma das forças que mais afetam as organizações. Por isso é indispensável conseguir a boa vontade dos públicos estratégicos para o consumo dos produtos ou serviços e para suas atitudes em relação à organização.

Para obter a boa vontade dos funcionários, é preciso mostrar que eles fazem parte da organização e criar ações para fazer com que eles se sintam satisfeitos em fazer parte dela. Ter uma boa comunicação, um relacionamento transparente e uma política de “portas abertas” com a comunidade são essenciais para obter sua boa vontade. Um cuidadoso controle das noticias veiculadas nos meios de comunicação a respeito da empresa são fundamentais para obter a lealdade dos acionistas.

Conseguir a opinião favorável dos fornecedores é de interesse para uma organização devido à influência que eles exercem sobre os futuros empregados, clientes, líderes da comunidade financeira e sobrevivência da organização. Manter os órgãos governamentais informados e ter relacionamento constante ajuda a obter a boa vontade do governo que algumas vezes é baseada nos boatos que ouvem sobre a organização.

Empresas que não vendem diretamente para consumidores devem manter seus revendedores informados e coordenar suas transações para obter boa vontade desse público e atrair mais revendedores. É essencial que a organização trate bem seus clientes e suas reclamações, que seus produtos e serviços sejam de qualidade para conseguir a satisfação de seus clientes.

Todo esse trabalho é realizado com ações estratégicas de comunicação para criar vínculo com esses públicos que são vitais para uma organização. Tais ações podem ser criadas pela comunicação institucional, mercadológica, interna ou administrativa, que realizam o planejamento de acordo com a necessidade da empresa e o perfil de seus públicos. O Marketing de visitas à empresa, folheto institucional, jornal mural ou atividades recreacionais são exemplos de instrumentos usados em programas de comunicação.

Até a próxima,
Andréia Costa.

Referência:
LESLY, Philip. Os fundamentos de Relações Públicas e da Comunicação. São Paulo, Pioneira, 1995. p.1-20.cap.1.

sábado, 23 de maio de 2009

Educação para a Cidadania.

Olá queridos leitores,

Hoje venho falar sobre um artigo de Cicilia M. Krohling Peruzzo chamado: Comunicação comunitária e educação para a cidadania.
Esse estudo foi realizado com o intuito de fazer com que a comunicação seja produzida nos menores setores da organização, para assim contribuir na educação de toda a cidadania em relação aos temas sociais (ecologia, a paz e à própria vida do nosso planeta).
Usando a comunicação informal, eles tentam educar as camadas subalternas, que acabam sendo excluídas do desenvolvimento do pais, para que assim eles possa contribui para a elaboração das culturas populares e a formação para a cidadania atual.
Iniciado junto com um movimento popular e em uma rádio comunitária no estado do Espírito Santo, todo se baseia em uma pesquisa bibliográfica sobre o papel político dos movimentos sociais e aos estudos de casos de experiências de comunicação popular/comunitária participativa.
Nesse artigo temos vários significados sofre o que é a cidadania, um que acho importante para entendemos os direitos desses públicos de fazer parte do desenvolvimento, foi dito por Rousseau que diz que a cidadania é vista como um direito coletivo, que favorecendo o desenvolvimento da individualidade, pressupõe a ação política e sua socialização. Tendo como suporte uma legislação que procura levar em conta os princípios de igualdade e de liberdade, ela implica não só direitos do indivíduo, mas também seus deveres na sociedade.
Outro é a conclusão de todos onde Cicilia diz "... queremos ressaltar algumas noções fundamentais que encerram a questão da cidadania. Primeiro: o cidadão tem direitos e deveres. A participação política, a responsabilidade pelo conjunto da coletividade, o cumprimento das normas de interesse público são deveres, por exemplo. Segundo: a cidadania é histórica. Varia no tempo e no espaço, varia conforme o período histórico e o contexto vivido. Portanto, cabe sempre perguntar quem pode exercer plenamente a cidadania. Terceiro: a cidadania é sempre uma conquista do povo. A ampliação dos direitos de cidadania depende da “capacidade política” dos cidadãos, da qualidade participativa desenvolvida. Quarto: as formas de participação decorrem do tipo de sociedade política em que se vive. Quinto: a cidadania não se encerra nas suas dimensões da liberdade individual e participação política, mas inclui os direitos sociais e coletivos. "
Bom acho fácil entender agora que todos temos o direito de contribuir em nossa evolução.
Depois disso Cicilia fala um pouco dos conceitos do que é educação e sobre o que são os movimentos sociais; Deixando mais claro que todos merecem educação e que os movimentos são importantíssimos para a evolução da comunicação e do pais.
Depois a autora relaciona todos esses conceitos de cidadania, da importância da comunicação interpessual, a necessidade de movimentos sociais para os avanços da época e principalmente da educação necessária para todos, até mesmo para esses setores que muitos acham que são desnecessários para o nosso desenvolvimento. Assim no final Cicilia termina seu artigo afirmando, "A participação popular é algo construído dentro de uma dinâmica de engajamento social mais amplo em prol do desenvolvimento social e que tem o potencial de, uma vez efetivada, ajudar a mexer com a cultura, a construir e reconstruir valores, contribuir para maior consciência dos direitos humanos fundamentais e dos direitos de cidadania, a compreender melhor o mundo e o funcionamento dos próprios meios de comunicação de massa. Revelam-se assim como espaço de aprendizado das pessoas para o exercício de seus direitos e a ampliação da cidadania. "
Bom agora deixo o link para quem quiser ler o artigo completo http://www2.metodista.br/unesco/PCLA/revista13/artigos%2013-3.htm

Obrigado mais uma vez a todos e até mais.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Case Grupo Santander Banespa

Em 2003, após a compra do Banespa pelo Santander, a equipe de comunicação do grupo então recém-formado sentiu a necessidade de avaliar a eficácia de penetração dos veículos internos.

A CDN Estudos & Pesquisa realizou um estudo com os funcionários de todos níveis e regiões de atuação do grupo (desde agências até cargos administrativos) que pudesse avaliar, um a um, os veículos usados pela Comunicação Interna. Os maiores problemas eram a diversidade e a quantidade de veículos.

1º passo: verificar quais eram os veículos dos dois bancos, especificando o público-alvo de cada um deles, e constituir insumo suficiente para embasar todo o estudo, desde a criação do questionário até o relatório e a apresentação final.

2º passo: realizar pesquisa quantitativa junto a 900 funcionários do Banespa e 600 funcionários do Santander, divididos entre colaboradores da área administrativa e das agências, nas regiões de atuação de cada banco no território nacional.

3º passo: avaliar, por meio dos dados coletados, a opinião dos funcionários em relação aos diversos veículos, assim como o uso de cada um em âmbito geral e, quando pertinente, comparando os resultados de Santander e Banespa.

O resultado final auxiliou os responsáveis pela comunicação do Grupo Santander Banespa a formular uma nova estratégia de comunicação interna para a instituição, além de subsidiar outros trabalhos realizados pelo Grupo CDN para o Grupo Santander Banespa.


A partir da leitura deste case podemos avaliar a importância da pesquisa para as organizações.

Outro ponto importante é que a comunicação interna em excesso atrapalha. Um grande número de veículos toma muito tempo e dinheiro da área de comunicação da empresa, assim como a especificidade dos veículos pode gerar a alienação de seus funcionários, já que existe um veículo para cada público, ele pode não conter informações gerais sobre a empresa. Pode não haver total interesse por parte dos funcionários de saber o balanço financeiro ou acidentes de trabalho, mas todos devem ter essas informações para surgir assim uma cultura participativa na empresa.


Grupo CDN: http://www.cdn.com.br/cdnportal/default.aspx


Até mais!


terça-feira, 19 de maio de 2009

Públicos - Como identificá-los em uma nova visão estratégica


O profissional da comunicação depara-se todos os dias com a difícil tarefa de relacionar-se com seus diferenciados públicos, afinal vivemos em plena era dos relacionamentos. É essencial para as organizações dispor de conhecimentos e instrumentos práticos para orientar o diálogo com seus públicos, esses que dão o feedback das empresas e sao indispensáveis para o êxito dos objetivos de uma empresa.

Este livro apresenta aos Relações Públicas, jornalistas e publicitários uma nova teoria, lógica e visão a respeito de públicos. Entendendo as mais diversas e diferenciadas estruturas relacionais estabelecidas pela sociedade moderna. Faz uma ampla leitura dos conceitos de público até hoje estudados pelos profissionais da área de comunicação social e outras áreas do conhecimento,que se modificam ao longo dos anos acrescentando uma nova estratégia para o gerenciamento dos relacionamentos com os públicos diante da sociedade globalizada.


Bibliografia: Públicos - Como identificá-los em uma nova visão estratégica - Fábio França


Até logo.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

12° Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa


Na próxima semana São Paulo receberá o 12° Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa que será realizado nos dias 27, 28 e 29 de maio no Centro de Convenções Rebouças.


O congresso, que é o maior evento corporativo da América Latina, trará como tema O novo patamar da Comunicação Corporativa no Brasil, com 4 conferências Internacionais ( John Bell, Patrick Foarde, Jack Bergen dos Estados Unidos e Rebecca Mayo da Inglaterra ), 3 conferências Nacionais, 24 palestras e 8 Workshops. Homenageara Nelson Sirotsky (Presidente do Grupo RBS, que está entre os dez maiores grupos de comunicação do País) com a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação, e após a finalização do evento haverá um painel final, que mostrara o melhor do que foi apresentado no Congresso.


O evento pretende reunir 800 executivos de comunicação (jornalistas, profissionais de publicidade e propaganda, relações públicas, entre outros da área), e conta com o patrocínio da Fiat Automóveis e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, e com o apoio de grandes organizações ( Alcatel-Lucent, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Cargill, Grupo AES, Henkel, Monsanto, Nestlé, Philips, Tetra Pak e Unimed-Rio) , organizações como Vale, TAM e Iveco, irão levar algumas das mais premiadas ações de comunicação (2008/2009), e como patrocinadoras temáticas: Andreoli MS&L, CDI, CDN, FSB, Imagem Corporativa, In Press Porter Novelli, Ketchum Estratégia, Martha Becker Comunicação, Ogilvy PR, Publicom, RP1 e Textual, irão apresentar práticas bem sucedidas de comunicação corporativa.


A inscrição pode ser realizada no site do evento, com o custo de R$ 980,00, com desconto para profissionais vinculados ás instituições apoiadoras do evento.


Site: www.megabrasil.com.br

Telefone: (11) -5576-5600

E-mail: eventos@megabrasil.com.br


Até amanhã

Referências Bibliográficas:

Abertas as inscrições para o 12° Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, Disponível em: http://rpalavreando.blogspot.com/2009/04/abertas-as-inscricoes-para-o-12.html

Mega Brasil, Disponível em: http://www.megabrasil.com.br


domingo, 17 de maio de 2009

Escola de Montreal - um novo olhar


Olá leitores,

Como já dito em assuntos anteriores, a comunicação dentro e fora das organizações é uma das principais causas para o funcionamento da mesma, com base em estudos e teorias da comunicação que vem sendo estudada no mundo inteiro.
A escola de Montreal é uma delas, criada por um grupo de pesquisadores na universidade de Montreal no Canadá, que pensa sobre o processo comunicativo e as organizações de um modo diferenciado das outras. Um dos lideres desse grupo e fundador da teoria é o Professor Dr. James Renwick Taylor que se baseia em uma composição de influências de sua formação em cibernética e análises.
Nessa teoria a comunicação é algo mais que a simples transmissão de informação, não se limitando aos aspectos objetivos da tecnologia e envolvendo os processos de interação e organização social.
Para a escola de Montreal o importante não é a estratégia aplicada dentro de uma organização mais sim na interpretação que nada mais é do que a linguagem aplicada de forma apropriada e com fácil entendimento para qual for o público, com a realidade que as pessoas vivenciam diariamente e os sentidos das experiências formadas, não só pensando em resultados.
Essa teoria através de suas análises, propõe para a organização um novo olhar diante da comunicação, dando mais ênfase na dimensão humana do que na instrumental.

Até a próxima.

sábado, 16 de maio de 2009

Agora a Comunicação INSTITUCIONAL.

Olá queridos leitores.

Venho hoje apresenta mais um tipo de comunicação, a Institucional.

Ela é uma comunicação que necessita das relações públicas para ser completamente eficaz, pois ela precisa de ações para sempre melhorar sua imagem diante seus públicos.

Essa comunicação trata a imagem e também a identidade dessa INSTITUIÇÃO; por isso além de visa o público externo, ela visa o público interno.

Para manter sua imagem, a organização pode realizar eventos, mediação de worshop e assessorias de impresa ou também fazer cartas, meilings promocionais e revistas para clietes e para funcionarios.

Essas são algumas das ferramentas que podem ajudarar na melhoria da imagem da instituição.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Gerenciamento de Crise

As organizações buscam credibilidade, boa reputação para que seus públicos confiem em seu trabalho e para obter a boa vontade da opinião pública. Mas todo esse trabalho pode desaparecer em uma situação de crise mal gerenciada.

No momento de crise é preciso assumir e aceitar suas responsabilidades, fornecer informações transparentes para os públicos, prestar esclarecimentos para a sociedade sem mentir ou omitir fatos, explicar a posição da empresa e certificar-se que as pessoas estão entendendo suas explicações, atender a imprensa, dar entrevistas e manter a boa comunicação com o governo.

É necessário que a organização tome cuidado com sua postura na administração da crise, que não tente se preservar, comunicar a crise para a alta administração, conseguir perceber os sinais de alerta para resolvê-los antes que se tornem graves, não descuidar de seus públicos que quando bem informados podem ser aliados da empresa.

Estar preparado para uma crise e ter um relacionamento constante com os públicos estratégicos é fundamental para uma organização. Para a prevenção é interessante ter um programa de treinamento em gerenciamento de crises, treinar a alta administração para falar com a imprensa (media-training), saber quais foram as crises que ocorrem no passado, como foram solucionadas e conhecer o perfil de seus públicos.

Até amanhã,
Andréia Costa.

Referências:
ROOS, Davi. Como funcionam os planos de gerenciamento de crises. Disponível em: http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/planos-gerenciamento-de-crise.htm. Acesso em 14/05/09.

CALDINI, Alexandre. COMO GERENCIAR A CRISE. Disponível em: http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/administracaodecrises/0087.htm. Acesso em 14/05/09.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Prevenir para não remediar

A pesquisa é uma das ferramentas para se adquirir conhecimento, desenvolver o ser humano , exercer a reflexão, formular ou testar teorias.

Mas o que isso tem a ver com a comunicação organizacional? É que além desses existem inúmeros outros objetivos.

Para se resolver problemas ou crises é imprescindível que seja feita uma pesquisa que aponte onde está, qual é e/ou porque o problema existe, e daí então tomar a atitude mais apropriada.

Além de resolver problemas a pesquisa também é aplicada no marketing, como pesquisa mercadológica. Na hora de lançar um produto é importante saber as preferências dos consumidores, em que mercado o produto deve ser inserido, qual o publico alvo, preço, etc.

Pesquisas devem ser realizadas periodicamente para que os "sustos" sejam evitados. Ela pode evidenciar as tendências do mercado, possíveis crises financeiras, descontentamento dos públicos interno ou externo, como anda a imagem da empresa, ou qualquer outro ponto que se queira esclarecer ou descobrir. Um acompanhamento continuo e de prevenção.

Porém as empresas brasileiras não tem o costume de realizar pesquisas pelo custo e tempo que à ela são agregados, contudo prever uma crise muitas vezes é mais econômico do que tentar tapar o buraco. Profissionais de marketing, jornalismo e relações publicas devem compor um departamento de comunicação e este departamento deve convencer a alta diretoria da organização em que trabalham da importância da pesquisa como prevenção e garantia de sucesso em qualquer ação que venha a ser realizada.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

My suite: um meio de comunicação alternativo


Aprofundando o tema que foi exposto no dia 08 de maio, o mySuite é um sistema formado por módulos que agiliza a comunicação tanto interna quanto externa de uma organização, de forma inovadora e prática, ganhando tempo e desempenho para o aumento de sua produtividade, além de ajudar a padronizar tarefas e pacotes de soluções corporativas, organizando o capital intelectual da empresa e aumentando o contato profissional uns com os outros.


Ele funciona como um comunicador interno através da internet em tempo real, onde, um funcionário pode se comunicar com o outro de forma rápida e segura por um “chat” com mensagens instantâneas sem se deslocar para se comunicar com funcionários, filiais ou até mesmo fornecedores.


Ao contrário do que muitos pensam, alguns comunicadores populares via internet não são considerados como ferramentas profissionais de contatos, além de diminuir a produtividade dos usuários através de conversas dispersas no ambiente de trabalho.


Para um bom desenvolvimento de uma organização, é necessária uma avaliação dos meios de comunicação que são utilizados dentro dela, já que a comunicação é de suma importância para seu funcionamento. Assim, o canal deve colaborar para transmissão de negócios e informações com um custo acessível e eficácia, para que a mensagem seja passada de forma transparente e direta.



O vídeo abaixo explica o funcionamento do mySuite

http://www.brazip.com.br/mysuite/videos/ci.html



Até mais!