
Até mais.
Fonte: http://www.malvados.blogger.com.br/aracruz.jpg
Referências: http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1019

A comunicação informal é todo tipo de relação social entre as pessoas da organização. É uma forma dos funcionários terem mais informações, para saciar a curiosidade, que muitas vezes não são disponibilizados nos canais formais, assim faz com que haja uma procura de fontes alternativas. Uma das formas mais conhecidas como rede informal são os boatos e rumores. A comunicação informal, não é estratégica, afinal não é solicitada pela alta administração, mas não é por isso que é menos importante. Por isso a rede informal é preciso ser levado a sério, e a organização precisa tirar proveito positivo desse tipo de comunicação, afinal assim é possível saber com mais rapidez a opinião, as insatisfações e boatos sobre a organização.
Já a comunicação formal vem da alta administração, ou seja, é uma comunicação dirigida e estrategicamente elaborada para os seus públicos, é uma comunicação formal, que transmite informações, medidas, ordens, e etc., por diferentes veículos, como por exemplo, impressos, visuais e eletrônicos.
“por mais detalhado que seja o sistema de comunicação formal estabelecido na organização, terá que ser sempre suplementado por canais informais, através dos quais fluirão informações, aconselhamentos e, inclusive, ordens” – Hebert A. Simon
Referências:
Kunsch ,M.M.K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. In: ___ Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, 2.ed. SummusEditorial, 2003. Cap2
A CDN Estudos & Pesquisa realizou um estudo com os funcionários de todos níveis e regiões de atuação do grupo (desde agências até cargos administrativos) que pudesse avaliar, um a um, os veículos usados pela Comunicação Interna. Os maiores problemas eram a diversidade e a quantidade de veículos.
1º passo: verificar quais eram os veículos dos dois bancos, especificando o público-alvo de cada um deles, e constituir insumo suficiente para embasar todo o estudo, desde a criação do questionário até o relatório e a apresentação final.
2º passo: realizar pesquisa quantitativa junto a 900 funcionários do Banespa e 600 funcionários do Santander, divididos entre colaboradores da área administrativa e das agências, nas regiões de atuação de cada banco no território nacional.
3º passo: avaliar, por meio dos dados coletados, a opinião dos funcionários em relação aos diversos veículos, assim como o uso de cada um em âmbito geral e, quando pertinente, comparando os resultados de Santander e Banespa.
O resultado final auxiliou os responsáveis pela comunicação do Grupo Santander Banespa a formular uma nova estratégia de comunicação interna para a instituição, além de subsidiar outros trabalhos realizados pelo Grupo CDN para o Grupo Santander Banespa.
A partir da leitura deste case podemos avaliar a importância da pesquisa para as organizações.
Outro ponto importante é que a comunicação interna em excesso atrapalha. Um grande número de veículos toma muito tempo e dinheiro da área de comunicação da empresa, assim como a especificidade dos veículos pode gerar a alienação de seus funcionários, já que existe um veículo para cada público, ele pode não conter informações gerais sobre a empresa. Pode não haver total interesse por parte dos funcionários de saber o balanço financeiro ou acidentes de trabalho, mas todos devem ter essas informações para surgir assim uma cultura participativa na empresa.
Até mais!
