quarta-feira, 27 de maio de 2009

Case Aracruz Celulose


A Aracruz celulose é uma empresa brasileira, líder mundial na produção de celulose e plantio de eucalipto. Há alguns anos atrás ela se deparou com uma crise que veio a causar uma grande polêmica de que a organização estaria ocupando e explorando terras indígenas sem autorização.Devido a essa ocorrência as comunidades indígenas sentiram-se no direito de protestar pelo seu território. Com o estudo da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) sobre o acontecimento, resultou-se que cerca de dezoito (18) mil hectares de terras explorados pela organização pertenciam de fato aos índios. Com esse desfecho outdoors foram espalhados pela cidade confrontando a sociedade indígena com frases apelativas como: “A FUNAI defende os índios. Quem defende nossos empregados?”, “Basta de índios ameaçando trabalhadores”, entre outros. Segundo a multinacional ela não participou de nenhuma mídia alternativa que pudesse ser interpretada como pouco caso com os indígenas, informou também que poderia ser uma manifestação de seus fornecedores e/ou funcionários para defender a organização em que atuam, colocando em vista que a Aracruz celulose não teria como impedir tal manifesto vindo de diversos grupos sociais que viera a surgir no Estado devido o ocorrido. Todo esse transtorno aconteceu devido a falta de uma comunicação bem feita da organização, como a ausência de um porta-voz para esclarecimentos de dúvidas tanto da mídia quanto da sociedade, para que houvesse um entendimento de ambos sobre o que se passava com a organização sem criarem uma imagem negligente da mesma.


Até mais.


Fonte:
http://www.malvados.blogger.com.br/aracruz.jpg
Referências:
http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1019

terça-feira, 26 de maio de 2009

Comunicação Formal e Informal

Como já foi visto, sabemos que sem a comunicação uma organização não consegue sobreviver na sociedade, e para que a comunicação tenha sucesso na organização, é preciso que os dois tipos de comunicação, tanto formal como informal, sejam levados em conta, afinal elas podem afetar positivamente como negativamente na organização.

A comunicação informal é todo tipo de relação social entre as pessoas da organização. É uma forma dos funcionários terem mais informações, para saciar a curiosidade, que muitas vezes não são disponibilizados nos canais formais, assim faz com que haja uma procura de fontes alternativas. Uma das formas mais conhecidas como rede informal são os boatos e rumores. A comunicação informal, não é estratégica, afinal não é solicitada pela alta administração, mas não é por isso que é menos importante. Por isso a rede informal é preciso ser levado a sério, e a organização precisa tirar proveito positivo desse tipo de comunicação, afinal assim é possível saber com mais rapidez a opinião, as insatisfações e boatos sobre a organização.

Já a comunicação formal vem da alta administração, ou seja, é uma comunicação dirigida e estrategicamente elaborada para os seus públicos, é uma comunicação formal, que transmite informações, medidas, ordens, e etc., por diferentes veículos, como por exemplo, impressos, visuais e eletrônicos.

“por mais detalhado que seja o sistema de comunicação formal estabelecido na organização, terá que ser sempre suplementado por canais informais, através dos quais fluirão informações, aconselhamentos e, inclusive, ordens” – Hebert A. Simon

Referências:

Kunsch ,M.M.K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. In: ___ Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, 2.ed. SummusEditorial, 2003. Cap2

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Curso Importante

Como falamos sobre Comunicação Organizacional, achei fundamental informar sobre um curso que deve ser do conhecimento de todos que interessam- se pelo assunto o GESTCORP (Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas)

Esse curso visa basicamente mostrar o conhecimento do campo de Comunicação Organizacional e das Relações Públicas. O objetivo principal é formar pessoas com ampla visão da sociedade e suas interseções com os dados da comunicação. Passando uma teoria para pratica da atividade.

O curso é coordenado por uma das especialistas do assunto Margarida Maria Krohling Kunsch.

Um dos docentes é uma conhecida dos alunos da Universidade Metodista, a Professora Maria Aparecida Ferrari

O Local do curso é a Escola de Comunicação e Arte.

Mais informações: http://gestcorp.incubadora.fapesp.br/portal/identificacao/estrutura/

domingo, 24 de maio de 2009

Por que obter a boa vontade?

A opinião das pessoas é uma das forças que mais afetam as organizações. Por isso é indispensável conseguir a boa vontade dos públicos estratégicos para o consumo dos produtos ou serviços e para suas atitudes em relação à organização.

Para obter a boa vontade dos funcionários, é preciso mostrar que eles fazem parte da organização e criar ações para fazer com que eles se sintam satisfeitos em fazer parte dela. Ter uma boa comunicação, um relacionamento transparente e uma política de “portas abertas” com a comunidade são essenciais para obter sua boa vontade. Um cuidadoso controle das noticias veiculadas nos meios de comunicação a respeito da empresa são fundamentais para obter a lealdade dos acionistas.

Conseguir a opinião favorável dos fornecedores é de interesse para uma organização devido à influência que eles exercem sobre os futuros empregados, clientes, líderes da comunidade financeira e sobrevivência da organização. Manter os órgãos governamentais informados e ter relacionamento constante ajuda a obter a boa vontade do governo que algumas vezes é baseada nos boatos que ouvem sobre a organização.

Empresas que não vendem diretamente para consumidores devem manter seus revendedores informados e coordenar suas transações para obter boa vontade desse público e atrair mais revendedores. É essencial que a organização trate bem seus clientes e suas reclamações, que seus produtos e serviços sejam de qualidade para conseguir a satisfação de seus clientes.

Todo esse trabalho é realizado com ações estratégicas de comunicação para criar vínculo com esses públicos que são vitais para uma organização. Tais ações podem ser criadas pela comunicação institucional, mercadológica, interna ou administrativa, que realizam o planejamento de acordo com a necessidade da empresa e o perfil de seus públicos. O Marketing de visitas à empresa, folheto institucional, jornal mural ou atividades recreacionais são exemplos de instrumentos usados em programas de comunicação.

Até a próxima,
Andréia Costa.

Referência:
LESLY, Philip. Os fundamentos de Relações Públicas e da Comunicação. São Paulo, Pioneira, 1995. p.1-20.cap.1.

sábado, 23 de maio de 2009

Educação para a Cidadania.

Olá queridos leitores,

Hoje venho falar sobre um artigo de Cicilia M. Krohling Peruzzo chamado: Comunicação comunitária e educação para a cidadania.
Esse estudo foi realizado com o intuito de fazer com que a comunicação seja produzida nos menores setores da organização, para assim contribuir na educação de toda a cidadania em relação aos temas sociais (ecologia, a paz e à própria vida do nosso planeta).
Usando a comunicação informal, eles tentam educar as camadas subalternas, que acabam sendo excluídas do desenvolvimento do pais, para que assim eles possa contribui para a elaboração das culturas populares e a formação para a cidadania atual.
Iniciado junto com um movimento popular e em uma rádio comunitária no estado do Espírito Santo, todo se baseia em uma pesquisa bibliográfica sobre o papel político dos movimentos sociais e aos estudos de casos de experiências de comunicação popular/comunitária participativa.
Nesse artigo temos vários significados sofre o que é a cidadania, um que acho importante para entendemos os direitos desses públicos de fazer parte do desenvolvimento, foi dito por Rousseau que diz que a cidadania é vista como um direito coletivo, que favorecendo o desenvolvimento da individualidade, pressupõe a ação política e sua socialização. Tendo como suporte uma legislação que procura levar em conta os princípios de igualdade e de liberdade, ela implica não só direitos do indivíduo, mas também seus deveres na sociedade.
Outro é a conclusão de todos onde Cicilia diz "... queremos ressaltar algumas noções fundamentais que encerram a questão da cidadania. Primeiro: o cidadão tem direitos e deveres. A participação política, a responsabilidade pelo conjunto da coletividade, o cumprimento das normas de interesse público são deveres, por exemplo. Segundo: a cidadania é histórica. Varia no tempo e no espaço, varia conforme o período histórico e o contexto vivido. Portanto, cabe sempre perguntar quem pode exercer plenamente a cidadania. Terceiro: a cidadania é sempre uma conquista do povo. A ampliação dos direitos de cidadania depende da “capacidade política” dos cidadãos, da qualidade participativa desenvolvida. Quarto: as formas de participação decorrem do tipo de sociedade política em que se vive. Quinto: a cidadania não se encerra nas suas dimensões da liberdade individual e participação política, mas inclui os direitos sociais e coletivos. "
Bom acho fácil entender agora que todos temos o direito de contribuir em nossa evolução.
Depois disso Cicilia fala um pouco dos conceitos do que é educação e sobre o que são os movimentos sociais; Deixando mais claro que todos merecem educação e que os movimentos são importantíssimos para a evolução da comunicação e do pais.
Depois a autora relaciona todos esses conceitos de cidadania, da importância da comunicação interpessual, a necessidade de movimentos sociais para os avanços da época e principalmente da educação necessária para todos, até mesmo para esses setores que muitos acham que são desnecessários para o nosso desenvolvimento. Assim no final Cicilia termina seu artigo afirmando, "A participação popular é algo construído dentro de uma dinâmica de engajamento social mais amplo em prol do desenvolvimento social e que tem o potencial de, uma vez efetivada, ajudar a mexer com a cultura, a construir e reconstruir valores, contribuir para maior consciência dos direitos humanos fundamentais e dos direitos de cidadania, a compreender melhor o mundo e o funcionamento dos próprios meios de comunicação de massa. Revelam-se assim como espaço de aprendizado das pessoas para o exercício de seus direitos e a ampliação da cidadania. "
Bom agora deixo o link para quem quiser ler o artigo completo http://www2.metodista.br/unesco/PCLA/revista13/artigos%2013-3.htm

Obrigado mais uma vez a todos e até mais.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Case Grupo Santander Banespa

Em 2003, após a compra do Banespa pelo Santander, a equipe de comunicação do grupo então recém-formado sentiu a necessidade de avaliar a eficácia de penetração dos veículos internos.

A CDN Estudos & Pesquisa realizou um estudo com os funcionários de todos níveis e regiões de atuação do grupo (desde agências até cargos administrativos) que pudesse avaliar, um a um, os veículos usados pela Comunicação Interna. Os maiores problemas eram a diversidade e a quantidade de veículos.

1º passo: verificar quais eram os veículos dos dois bancos, especificando o público-alvo de cada um deles, e constituir insumo suficiente para embasar todo o estudo, desde a criação do questionário até o relatório e a apresentação final.

2º passo: realizar pesquisa quantitativa junto a 900 funcionários do Banespa e 600 funcionários do Santander, divididos entre colaboradores da área administrativa e das agências, nas regiões de atuação de cada banco no território nacional.

3º passo: avaliar, por meio dos dados coletados, a opinião dos funcionários em relação aos diversos veículos, assim como o uso de cada um em âmbito geral e, quando pertinente, comparando os resultados de Santander e Banespa.

O resultado final auxiliou os responsáveis pela comunicação do Grupo Santander Banespa a formular uma nova estratégia de comunicação interna para a instituição, além de subsidiar outros trabalhos realizados pelo Grupo CDN para o Grupo Santander Banespa.


A partir da leitura deste case podemos avaliar a importância da pesquisa para as organizações.

Outro ponto importante é que a comunicação interna em excesso atrapalha. Um grande número de veículos toma muito tempo e dinheiro da área de comunicação da empresa, assim como a especificidade dos veículos pode gerar a alienação de seus funcionários, já que existe um veículo para cada público, ele pode não conter informações gerais sobre a empresa. Pode não haver total interesse por parte dos funcionários de saber o balanço financeiro ou acidentes de trabalho, mas todos devem ter essas informações para surgir assim uma cultura participativa na empresa.


Grupo CDN: http://www.cdn.com.br/cdnportal/default.aspx


Até mais!


terça-feira, 19 de maio de 2009

Públicos - Como identificá-los em uma nova visão estratégica


O profissional da comunicação depara-se todos os dias com a difícil tarefa de relacionar-se com seus diferenciados públicos, afinal vivemos em plena era dos relacionamentos. É essencial para as organizações dispor de conhecimentos e instrumentos práticos para orientar o diálogo com seus públicos, esses que dão o feedback das empresas e sao indispensáveis para o êxito dos objetivos de uma empresa.

Este livro apresenta aos Relações Públicas, jornalistas e publicitários uma nova teoria, lógica e visão a respeito de públicos. Entendendo as mais diversas e diferenciadas estruturas relacionais estabelecidas pela sociedade moderna. Faz uma ampla leitura dos conceitos de público até hoje estudados pelos profissionais da área de comunicação social e outras áreas do conhecimento,que se modificam ao longo dos anos acrescentando uma nova estratégia para o gerenciamento dos relacionamentos com os públicos diante da sociedade globalizada.


Bibliografia: Públicos - Como identificá-los em uma nova visão estratégica - Fábio França


Até logo.